Partes do Livro #04 - Prólogo, ter ou não, eis a questão.

Olá, docinhos da mamãe Lillith.



Como estamos no dia de hoje?


Em busca de informações legais para atualizar o nosso Coach, descobri o site da Ronize.


Contudo, essa mesma pergunta já me foi feita há uns dias em um grupo de WhatsApp.


Afinal, é obrigatório ter um prólogo? Eu preciso de um para o meu livro?


No capítulo anterior, expliquei o que era o prólogo, mas para os que precisam de um lembrete, vamos resumir em algumas frases que pesquei do site da Ronize:


❥ O prólogo é uma extensão da história, escrito na mesma voz narrativa e cujo conteúdo pode refletir em eventos, cenários e personagens da história;


❥ O prólogo não é o capítulo um e nem o início da sua história, ele é o que vem antes e pode servir para prover determinadas informações importantes ao leitor que, de outra forma, não as teria dentro da narrativa, ou até mesmo estabelecer o clima da história;


❥ Não é necessário que o personagem principal esteja no seu prólogo. Segundo os relatos da Ronize, existe quem defenda que o ideal é que o prólogo seja escrito com outros personagens que não os que ocuparão a maior parte do romance.


De forma sucinta, é isso que a autora do blog nos apresenta como prólogo. Nada muito diferente do que apresentei no outro capítulo, mas com informações a mais que podem agregar bastante na história de vocês. Eu, por exemplo, nunca pensei em escrever um prólogo com um personagem secundário nos apresentando a história. Vocês já tiveram essa ideia? Comente por aqui.



Agora vamos dar um salto e ir direto para o nosso questionamento: ter ou não ter?


A Ronize nos apresenta questões que podem fazer o diferencial na hora de decidir se vamos ter um prólogo ou não. Ela nos fez algumas perguntas que são utilidade pública. Estão prontos, Maleficats?


1) Se eu nomeasse como Capítulo 1 (esse prólogo), a história fluiria melhor? Se você respondeu com "sim", esqueça o prólogo.


2) Eu realmente preciso dar essa informação do passado (pode ser o futuro) ao leitor para que ele aproveite melhor a história? Se você respondeu "sim", mantenha o prólogo.


3) O recurso está sendo utilizado apenas para fisgar o leitor? Se você respondeu "sim", há inúmeras formas de fazer isso no capítulo 1, então você não precisa de um prólogo.


Chegamos à conclusão que não é necessário que tenhamos um prólogo, ele pode tanto ajudar, quanto não agregar em nada. Se o prólogo for inevitável, faça-o curto, rápido de ler, prazeroso, com um gancho sólido e NADA DE LONGAS NARRAÇÕES. Estão me ouvindo?


No caso do meu livro novo, meu prólogo apresenta um acontecimento futuro, qual seja, uma carta que a minha personagem escreveu (e publicou, diga-se de passagem). Nessa carta rápida e certeira, podemos entender que Alice é decidida, foi magoada e está tentando seguir em frente depois de uma desilusão amorosa. Tentei instigar os leitores a descobrirem o que desencadeou o que ela escreveu naquela carta. Se eu consegui já é um mistério.


Beijinhos, Lillith.

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